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Debate promove troca de experiências sobre integridade e combate à corrupção

por Comunicação Institucional do Serpro - Brasília — 17 de outubro de 2017
Representantes do setor privado, público e da sociedade civil discutiram a temática em Brasília
Evento foi realizado na Sede do Serpro, em Brasília

Evento foi realizado na Sede do Serpro

Nesta terça-feira, 17 de outubro, foi realizado o Debate para Integridade Diálogo Público-Privado, evento voltado para o compartilhamento de melhores práticas de implementação de sistemas e mecanismos internos e externos de integridade, combate à corrupção e transparência.

O diretor de Administração do Serpro, Pádua Passos, deu as boas-vindas aos presentes, salientando ser esta uma oportunidade ímpar para debater a preocupação com o tema integridade e corrupção. "Desde maio do ano passado, buscamos ser pioneiros nas novas práticas e caminhos no tema integridade. Fomos a primeira empresa do Ministério da Fazenda a implementar uma política de risco aderente à Instrução Normativa Conjunta MP/CGU Nº 01 e a primeira empresa a adequar seu estatuto em conformidade com a Lei das Estatais. Damos tanta importância ao tema compliance e integridade, que temos uma diretoria de governança para, justamente, organizar o que já existia, aprimorar os processos e, principalmente, conscientizar as pessoas de que esses princípios têm que estar internalizados, assim como a tecnologia e a segurança", destacou o diretor.

O Serpro lançou, em março deste ano, o Programa de Integridade, que é um componente do sistema de governança empresarial e conjuga instrumentos de gestão e controle. Integra as medidas já existentes e institui novas para prevenir, detectar e remediar a ocorrência de desvios, fraude e corrupção. Essas medidas são implementadas de forma sistêmica, para assegurar que a atuação organizacional esteja pautada em princípios éticos e de integridade.

Um passo rumo a mais justiça

Auditório

O embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, salientou que o tema integridade nunca foi tão presente no país e que o assunto deve ser abordado como veículo de sensibilização da sociedade civil sobre a importância do combate à corrupção. "Precisamos focar no diálogo público-privado, visando fortificar o tema integridade não somente nos negócios, mas no nosso cotidiano. Proporcionar um ambiente justo, íntegro e sustentável é o papel de todo cidadão. A corrupção não respeita fronteiras e, infelizmente, é o empreendimento mais internacional e internalizado pelo mundo. Esse evento é uma ação conjunta para darmos mais um passo para construirmos uma sociedade mais justa e com menos corrupção", falou Witschel.

Efetivar essa cultura de integridade na administração pública foi o foco das palavras do controlador-geral do Distrito Federal, Henrique Ziller. "Caminhar para ações que melhor nos capacitem para enfrentar todo o mau uso dos recursos públicos é o nosso objetivo. Os órgãos de controle têm que ser os mentores e praticantes dessas ações de controle efetivo para que o avanço do percurso seja consistente", destacou.

O debate

O debate também abordou a percepção do papel da mulher no combate à corrupção. Contou com a participação das debatedoras Renata Figueiredo, coordenadora-geral de Integridade da CGU, Miriam Daise Calmon Scaggion, presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Marina Foltran Nicolosi, compliance legal e ético - CLG Duratex e a moderadora Roberta Codignoto, diretora jurídico e compliance staples e treinadora do programa de treinamento de prevenção à corrupção (DEPE) da Alliance for Integrity.

O evento foi organizado pela embaixada da Alemanha, pela Alliance for Integrity e pela  Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), com o objetivo de fomentar o intercâmbio de experiências e promover a integridade entre empresas, seus parceiros de negócios e outros atores relevantes do sistema econômico.

A Alliance for Integrity, criada pelo governo alemão, é uma iniciativa que integra empresas, sociedade civil, organizações públicas e instituições internacionais. Promove a integridade entre empresas, seus parceiros de negócios e outros atores relevantes do sistema econômico. A organização opera atualmente no Brasil, Gana, Índia, Indonésia e suas respectivas regiões.

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